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02 de Janeiro de 2014 - 11:07

Por Thaise Constancio e Marcelo Gomes - Agencia Estado

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Adilson Rufino da Silva, de 34 anos, preso na madrugada de terça-feira, 31 de dezembro, após tiroteio em Copacabana que deixou 12 feridos, permanece internado sob custódia policial no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul do Rio. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, o estado dele é grave, porém estável.

Na confusão, Maria Clara Freitas, de apenas 7 anos de idade, levou um tiro no tórax, foi operada na quarta-feira, 1, e transferida para um hospital particular. Não há informações sobre o quadro da menina. Renato Resse, 15; Carolina Sales, 19; Lucy da Silva, 43, foram atendidos e liberados no mesmo dia.

Um sargento da Polícia Militar que também foi ferido durante o tiroteio permanece internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, zona norte do Rio. O nome e o estado de saúde do agente não foram revelados. Também não há informações sobre o estado de saúde do guarda municipal que foi encaminhado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade.

Adilson será autuado por violência contra a mulher (Lei Maria da Penha) e tentativa de homicídio. Usuário de drogas e sob efeito de álcool, ele tentou enforcar a mulher, Rosilene de Azevedo, 37, na frente dos dois filhos do casal.

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