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21 de Dezembro de 2013 - 14:10

Por Flavia Guerra - Agencia Estado

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Foi oficializada na sexta-feira, 20, a Sanção do Projeto de Lei que cria a SPCine - Empresa de Cinema Audiovisual de São Paulo. A cerimônia, realizada na Biblioteca Mario de Andrade, reuniu personalidades do cinema paulista como os diretores Alain Fresnot, Toni Venturi, Tata Amaral, a produtora Débora Ivanov, a diretora da Mostra de SP Renata de Almeida, entre outros. A solenidade contou ainda com a presença do prefeito Fernando Haddad, do secretário municipal de cultura Juca Ferreira, do secretário estadual de Cultura, Marcelo Araújo, e do vereador Nabil Bonduki.

A sanção foi encarada pela classe cinematográfica como uma conquista importante. A oficialização do projeto, que há mais de uma década é acalentado, rendeu comentários de que foi o presente de Natal perfeito. Surgiram também perguntas sobre quem deve formar a diretoria da SPCine, cujas atividades devem ter início de fato no segundo semestre de 2014.

"É cedo para se pensar em disputa de diretoria. Importante é que trabalhemos juntos para gerarmos possibilidade de emprego na atividade, na feitura do cinema em si. Se não, vira uma instituição obesa", pontuou Ferreira.

"Precisou a Rio Filme mostrar que pode ser ágil e funcional para o cinema carioca e fazer 95% do market share do cinema brasileiro para o paulista se mobilizar. Esperemos que São Paulo se mobilize com a força que lhe é característica e que em três anos a SPCine ultrapasse a RioFilme e que o cinema paulista possa ocupar ao menos 40% do market share nacional", afirmou Fresnot. "Isso na área do cinema comercial. Na área do cinema cultural, que a SPCine facilite produzir mais rapidamente, que não leve seis anos para levantar recursos para se fazer um filme. Vejo este avanço com extrema simpatia", completou.

Bonduki citou o deputado Vicente Cândido, também presente, ao ressaltar a importância do projeto embrionário da SPCine, o projeto do Centro Municipal de Cinema, de 2001. "Este início foi tão importante. É preciso avanço não só em cinema, mas em todas as atividades criativas ." Ao assinar o documento oficial, Haddad declarou: "Sempre acreditei que a cultura pode fazer mais para a humanidade que a política. Que este seja um exemplo."

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