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25 de Dezembro de 2013 - 17:47

Por AE - Agencia Estado

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O Fluminense enfim confirmou a contratação do técnico Renato Gaúcho. O treinador volta às Laranjeiras para comandar o time carioca na temporada 2014, após acordo entre o presidente do clube, o mandatário da patrocinadora Unimed e do novo vice-presidente de futebol, anunciado na terça-feira.

O clube não revelou detalhes sobre o contrato de Renato Gaúcho, que a princípio tem vínculo de apenas um ano com o Fluminense. O técnico vai substituir Dorival Júnior, que comandou a equipe na reta final do Brasileirão, mas não conseguiu evitar o rebaixamento - a queda acabou sendo revertida, ainda que provisoriamente, pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Ídolo do Fluminense dentro dos gramados, Renato Gaúcho vai iniciar sua quinta passagem como treinador do time. A primeira aconteceu em 2002, a segunda, em 2003, a terceira, em 2007, e a quarta, em 2009 (o técnico chegou a ser interino por dois jogos em 1996). Em 2007, ele conquistou seu principal título com o Fluminense, ao levantar o inédito troféu da Copa do Brasil. No ano seguinte, chegou até a final da Copa Libertadores.

O acerto com o clube só foi possível após a chegada de Ricardo Tenório, novo vice de futebol, anunciado no cargo na terça-feira. Tenório agilizou a negociação, que estava travada por divergências entre o presidente Peter Siemsen e Celso Barros, presidente da Unimed.

A falta de acordo interno no Fluminense atrasou o acerto em dois dias, já que a previsão inicial era de que Renato Gaúcho fosse anunciado na segunda. "Por decisão do presidente do clube, Peter Siemsen, em conjunto com a patrocinadora e, com participação decisiva do vice de futebol Ricardo Tenório, o novo treinador acerta com o Tricolor e irá comandar o time na temporada de 2014", anunciou o clube, em seu site oficial.

Uma das divergências entre Flu e Unimed era sobre a responsabilidade dos salários do novo treinador. O clube esperava que o patrocinador bancasse todo o rendimento de Renato Gaúcho, enquanto a Unimed queria dividir o valor. Pelo acordo final, Celso Barros deve pagar a maior parte do salário, que gira em torno de R$ 650 mil mensais.

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