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13 de Janeiro de 2014 - 13:43

Por Daiene Cardoso - Agencia Estado

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A permanência da Força Nacional de Segurança m Humaitá (AM), onde a população entrou em conflito com índios da etnia Tenharim, foi ampliada por mais 90 dias. A decisão está presente em portaria do Ministério da Justiça publicada no

Segundo a portaria, a Força Nacional seguirá nos próximos três meses atuando em apoio a Polícia Federal em ações de policiamento ostensivo. O prazo de permanência da Força Nacional no local poderá ser prorrogado novamente.

A tensão em Humaitá aumentou quando o técnico da Eletrobrás Amazonas Aldeney Ribeiro Salvador, o professor Stef Pinheiro e o comerciante Luciano Ferreira Freire desapareceram. A informação na cidade é que eles teriam sido sequestrados e mortos pelos índios Tenharim, que assim estariam vingando a morte do cacique Ivan Tenharim. A versão oficial da morte do cacique é que ele sofreu um acidente de moto na BR-230. Para os índios, ele foi assassinado por pessoas descontentes com a presença dos índios nas cidades e com a cobrança de pedágios para passar por suas terras, nos quais são cobrados valores de R$ 15 a R$ 100. Os índios negam a acusação de sequestro. Revoltados com os desaparecimentos, moradores incendiaram a sede da Funai, três carros e um barco.

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