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08 de Janeiro de 2014 - 17:26

Por Laís Alegretti e Jamil Chade, correspondente - Agencia Estado

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Surpreendido com a denúncia do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos contra o "estado terrível" das prisões no Brasil, o governo brasileiro evitou se posicionar sobre as atrocidades ocorridas no presídio de Pedrinhas, no Maranhão. Oficialmente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) afirmou há pouco que sequer há previsão de uma "resposta pública" ao órgão multilateral e ressaltou que tem um "diálogo natural" com a ONU.

A Presidência da República, procurada pelo

A ONU exige que o governo abra investigações para determinar o que ocorreu no Maranhão nas cenas divulgadas com decapitações em Pedrinhas, processando os responsáveis. "Apelamos às autoridades para realizarem uma investigação imediata, imparcial e efetiva dos fatos e processar as pessoas consideradas como responsáveis", indicou Rupert Colville, porta-voz da Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Plilay.

Em um comunicado divulgado em Genebra e como forma de constranger internacionalmente o governo brasileiro, o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos insistiu em atacar a situação das prisões no Brasil. "Lamentamos ter que, mais uma vez, expressar preocupação com o terrível estado das prisões no Brasil e apelar às autoridades a tomar medidas imediatas para restaurar a ordem na prisão de Pedrinhas e em outras prisões do país", indicou Colville.

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