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10 de Dezembro de 2013 - 16:43

Por Luciana Collet - Agencia Estado

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Até 2017, o Brasil deve estabelecer-se, firmemente, como o terceiro maior mercado doméstico do mundo, com 122,4 milhões de passageiros, atrás dos Estados Unidos e China. A previsão consta no documento

Para confirmar a projeção, o mercado doméstico do País precisa crescer a uma média de 6,3% por ano entre 2013 e 2017, incorporando 32 milhões de passageiros, ante os 90 milhões registrados em 2012. O crescimento é ligeiramente superior ao esperado para os mercados domésticos globais. Na média do sistema, espera-se uma taxa média anual de 6,2% no período, com um aumento de 632 milhões de passageiros entre 2013 e 2017, passando de 1,82 bilhão para 2,46 bilhões.

Os EUA atingirão 677,8 milhões de passageiros domésticos em 2017, com um crescimento médio anual de 2,2% no período, que reflete a maturidade do mercado, de acordo com a Iata. Já a China terá 487,9 milhões de passageiros, com uma expansão de 10,2% por ano, em média. Pelas projeções, as rotas dentro da China ou conectando o país serão o principal impulsionador do mercado de transporte aéreo mundial, respondendo por 24% dos novos passageiros no período.

Pelas projeções das aéreas, haverá um incremento de 930 milhões no número de passageiros entre 2012 e 2017, o que corresponde a uma expansão da demanda de 31% no período, ou de 5,4% ao ano, em média. Com isso, o total de passageiros das empresas aéreas ao redor do mundo deve alcançar 3,91 bilhões, ante os 2,98 bilhões transportados em 2012.

A região Ásia-Pacífico, incluindo a China, deve adicionar cerca de 300 milhões de passageiros até o fim do horizonte projetado, dos quais 225 milhões, ou 75%, devem ser passageiros domésticos. Já o Oriente Médio deve reportar um forte crescimento de passageiros internacionais, com uma taxa média anual de 6,3%.

"O fato de as regiões Ásia-Pacífico - liderada pela China - e Oriente Médio apresentarem o crescimento mais forte no período projetado não é uma surpresa. Governos das duas áreas reconhecem o valor da conectividade fornecida pela aviação para impulsionar o comércio global e o desenvolvimento", disse o diretor-geral da Iata, Tony Tyler, por meio de nota. "Oportunidades similares também existem em regiões em desenvolvimento na África e América Latina. Para colher os benefícios, governos nessas regiões precisarão mudar suas visões sobre a aviação, de uma vaca-leiteira de luxo para um poderoso cavalo utilitário para puxar a economia", acrescentou.

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