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15 de Dezembro de 2013 - 19:01

Por Adriano Barcelos - Agencia Estado

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Cerca de 40 indígenas e manifestantes ligados à preservação da memória dos povos indígenas ocuparam, na madrugada deste domingo, 15, o terreno em que funcionou o Laboratório Nacional de Agropecuária, prédio desativado próximo ao estádio do Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro.

Quatro indígenas permaneceram no local para tentar negociar com os oficiais da PM. O advogado Wadih Damous, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), participou das negociações.

Os manifestantes afirmam que o terreno, em que o Consórcio Maracanã, gestor do estádio, instalou equipamentos para a obra do entorno do estádio, pertence aos índios. Disseram também que o consórcio não poderia ter demolido um dos galpões do antigo laboratório. A questão está em debate no Judiciário.

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