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25 de Dezembro de 2013 - 17:45

Por Ricardo Leopoldo e Fernando Travaglini - Agencia Estado

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O início do processo de redução de compras de ativos financeiros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), somado a problemas na gestão fiscal do Brasil, risco de rebaixamento do rating soberano e inflação elevada, deve gerar fortes pressões sobre o câmbio no curtíssimo prazo, avalia o ex-diretor do BC e atual sócio do banco Brasil Plural, Mário Mesquita. Em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, ele avaliou que esse contexto deverá levar o Banco Central a estender o programa de intervenções no câmbio para todo o ano de 2014. Ele prevê que o real alcance R$ 2,50 no final do próximo ano, mas diz que, "se o BC resolver economizar intervenção", essa taxa poderá ser atingida "bem mais cedo". Segundo ele, agentes do mercado internacional já voltaram a falar na hipótese de o dólar chegar a R$ 3, o que, segundo ele, não pode ser descartado para os próximos anos. A seguir, os principais trechos da entrevista:

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