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06 de Janeiro de 2014 - 13:37

Por Fábio Hecico - Agencia Estado

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Apresentado oficialmente nesta segunda-feira como novo técnico do Corinthians, Mano Menezes destacou que o atual momento do clube é bem diferente daquele da sua primeira passagem, quando assumiu uma equipe que havia sido rebaixada para a Série B do Campeonato Brasileiro, e, por isso, as projeções, contratações e metas serão bem diferentes.

"São momentos muito diferentes, é importante entender essas diferenças, no que se projeta, nas contratações que se vislumbram para um grupo com essa qualidade. Na época era necessário montar um grupo todo novo. Hoje tem grupo extremamente vitorioso e que permanece aí com contratos que clube sabe e vai honrar", disse. "Minha missão é entender isso", completou.

Assim, ele destacou que precisa aproveitar o legado de Tite, campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2012, para que o time seja considerado uma referência. "O clube quer permanecer entre os primeiros do País, da América e do mundo. Chegou, passou um ano e temos novo campeão brasileiro, da América e do mundo. Queremos chegar novamente nesse patamar", disse.

Mano aproveitou a sua apresentação para elogiar o trabalho desenvolvido por Tite no Corinthians, destacando a passagem vitoriosa do treinador, com quem conversou nas últimas semanas. "Falar do trabalho do Tite no Corinthians é extremamente desnecessário, muito vencedor e eu vejo com ótimos olhos que se aprenda a reconhecer o trabalho de um profissional como ele", afirmou.

O novo técnico do Corinthians, porém, evitou revelar o teor das conversas, negou a existência de uma lista de dispensa e avisou que o time fará contratações pontuais, apenas para solucionar as carências do elenco.

"Não se trabalha com lista de dispensas, não vamos criar essa situação desnecessária. Ficaram evidentes algumas carências, a mais urgente já buscamos e foi o Uendel (lateral da Ponte Preta). Todos lembram do Alessandro deslocado para a esquerda. Temos outros casos, mas vamos trabalhar dentro da estratégia de falar pouco, senão perde e você cria expectativas. Temos de ter calma, nenhum clube brasileiro está com os cofres cheios. Não precisamos de quantidade, e sim pontualidade, qualificação num plantel já totalmente qualificado", concluiu.

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