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30 de Dezembro de 2013 - 15:22

Por AE - Agencia Estado

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Se o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, deixou o julgamento que rebaixou o time para a Série B, sexta-feira, dizendo que o clube iria recorrer à Justiça Comum para se manter na elite do futebol brasileiro, o presidente eleito da Lusa prefere manter a cautela. Ilidio Lico, que assume a diretoria no dia 3 de janeiro, ainda não sabe se irá se defender fora da esfera esportiva.

"Não é a Portuguesa que está indo para a Justiça Comum. O que a gente sabe é o sócio-torcedor e a gente fala: 'Vocês façam o que acham melhor'. A gente como dirigente não iria para a Justiça Comum porque a gente precisa ouvir o departamento jurídico e como não assumi ainda não posso responder sem parecer do departamento jurídico", explicou Lico, em entrevista à Rádio Jovem Pan.

Ele também indicou que deve dispensar o advogado Osvaldo Sestário Filho, que defendeu a Lusa no julgamento que culminou com a suspensão de dois jogos ao meia Heverton, mas que não comunicou o clube sobre o fato. Foi a escalação irregular do jogador que fez a Portuguesa perder pontos e ser rebaixada.

"Claro que esses erros têm que ser analisados. O prejuízo esta sendo muito grande. Não pode ficar mais aqui na Portuguesa quem errou porque é um erro muito grave e quem erra assim não tem responsabilidade. Vamos apurar sim e quem foi o culpado não poderá trabalhar mais conosco na Portuguesa", comentou Lico, sem citar nominalmente o advogado.

Com o rebaixamento definido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a Portuguesa já começa a pensar 2014 de forma diferente. O clube terá uma redução significativa nos valores a receber da Rede Globo pelos direitos de transmissão e, assim, deverá ter um elenco muito mais barato.

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