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11 de Fevereiro de 2013 - 20:07

Por AE - Agencia Estado

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O risco de uma guerra cambial continua dominando as discussões do G-20, desde que o mundo mergulhou em recessão com a crise de 2008. A subsecretária do Departamento do Tesouro dos EUA para Relações Internacionais, Lael Brainard, criticou nesta segunda-feira intervenções feitas a todo momento por vários países e disse que o foco do G-20 deveria ser crescimento e fortalecimento da demanda.

Brainard afirmou que o G-7, grupo das sete nações mais industrializadas do mundo, deve apoiar os compromissos feitos anteriormente em relação ao câmbio não só em palavras, mas também em ações. O mesmo vale para o G-20. "O G-20 deve se comprometer a deixar o mercado determinar as cotações das moedas", disse.

"Uma intervenção cambial deve ocorrer somente quando há volatilidade excessiva", completou. O G-20 é o grupo que engloba além das nações mais industrializadas do mundo, os principais países emergentes.

Brainard irá representar o secretário do Tesouro, Jack Lew, na reunião do G-20 na Rússia, que ocorre nos dias 15 e 16. Isso porque o Comitê de Finanças do Senado ainda precisa confirmar a nomeação de Lew na quarta-feira e um voto final do Senado pode não vir antes do recesso da casa na próxima semana. As informações são da Dow Jones.

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