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11 de Dezembro de 2013 - 08:19

Por Gonçalo Júnior - Agencia Estado

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Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, negou que a intenção do clube seja reduzir salários com a implantação do contrato de produtividade com os jogadores a partir de 2014. "Não queremos abaixar os salários. A intenção é conseguir oferecer contratos mais longos para os jogadores e conservar a motivação para buscar sempre algo mais", disse o dirigente.

O projeto de vincular os salários à produtividade é inspirado em prática comum no mercado financeiro e, segundo Nobre, deveria ser copiada também por outros clubes. A ideia só valeria no Palmeiras para atletas novos ou que estejam discutindo a renovação de contrato para o ano que vem. O presidente reiterou sua posição na premiação dos destaques do Campeonato Brasileiro promovida pela TV Gazeta, na noite desta terça-feira.

O clube ainda não estipula o impacto financeiro da proposta ou até mesmo se teme algum tipo de resistência à iniciativa dos jogadores que o Palmeiras pretende contratar. O dirigente afirma que já aguardava que o plano despertasse polêmica e está preparado para as críticas. "Sempre que quebramos algum paradigma, surge resistência", ressaltou.

O dirigente pretende oferecer contrato de produtividade, inclusive, para os 13 jogadores que têm contrato terminando em dezembro. Estão no clube por empréstimo: Fernandinho, Marcelo Oliveira, Charles, Léo Gago, Ronny, Ananias, Rondinelly, Leandro, Bruno, Vilson, André Luiz, Márcio Araújo e Wendel.

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