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27 de Dezembro de 2013 - 17:07

Por AE-AP - Agencia Estado

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O francês Michel Platini declarou nesta sexta-feira que algumas medidas que tomou na presidência da Uefa o tornaram "impopular" em alguns meios futebolísticos. O mandatário da principal entidade europeia disse que sofreu com a rejeição de muitos dirigentes depois de implantar punições mais duras para casos de racismo, manipulação de resultados e gastos descontrolados.

"Todas essas medidas não estão nos tornando popular. Isso está claro. No entanto, meu objetivo não é ser popular. Meu objetivo é ser responsável", declarou o dirigente, que apontou que seu papel é garantir que o futebol europeu está "livre de trapaça, violência e injustiça".

Platini opinou que a Fifa precisa agir "de forma mais rápida e firme", mas se mostrou satisfeito com algumas medidas, como a punição com jogos com portões fechados a clubes por casos de racismo e a exclusão de competições continentais de equipes que não estiverem enquadradas no Fair Play Financeiro.

Esta última medida, aliás, foi a mais exaltada pelo dirigente francês, que criticou fortemente os gastos impensados de clube europeus. "Nós seremos capazes de tomar medidas que são imprescindíveis para o bem-estar do futebol. Em alguns momentos, a moralidade dos homens deixa a desejar."

Platini só lamentou que estas punições não estejam sendo suficientes para acabar com casos que mancham o futebol. "Nos últimos meses, o futebol nem sempre tem sido projetado com a melhor imagem possível. As práticas que são moralmente repreensíveis têm persistido, apesar dos esforços para erradicá-las."

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