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17 de Dezembro de 2013 - 21:34

Por Rene Moreira, especial para a AE - Agencia Estado

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Em novas buscas realizadas na casa onde o menino Joaquim Ponte Marques morava, no Jardim independência, em Ribeirão Preto (SP), a Polícia Civil localizou a ampola de insulina que estava desaparecida. O sumiço era um dos indícios de que teria sido usada para matar o garoto, principal tese defendida pelos policiais que cuidam do caso.

O medicamento estava dentro de uma caixa e ainda sem uso, mas o delegado Paulo Henrique Martins de Castro garante não muda a linha de investigação. Ele diz ter outras provas e indícios para sustentar a tese de que a criança diabética foi vítima da própria insulina.

Joaquim morreu no dia 5 do mês passado e seu corpo foi localizado cinco dias depois boiando no Rio Pardo. Seu padrasto Joaquim Longo, que está preso e é o principal suspeito pela morte do menino, segundo a polícia, se declarou inocente e falou que a polícia encontraria a insulina se procurasse.

A falta de provas tem sido a maior dificuldade para elucidar a morte de Joaquim. Exames realizados no corpo do menino não detectaram excesso de insulina, mas policiais alegam que isso já era esperado porque o hormônio desaparece pouco tempo após ser aplicado.

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