A Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado firmaram convênio para que os policiais militares possam participar das operações do Programa de Silêncio Urbano (Psiu). Um dos focos dos PMs pagos pela administração municipal será acabar com os pancadões na periferia.
Em janeiro deste ano, o prefeito Haddad havia dito que o problema provocado pelo som alto dos carros e pela bagunça nas ruas dos bairros da periferia da cidade não seria resolvido só com repressão. Na época, ele incumbiu o secretário da Cultura, Juca Ferreira, de buscar "a compreensão desse fenômeno para oferecer condições adequadas para que os jovens possam usufruir da cidade".
Na capital, 10% das ligações para o 190 são de perturbação de sossego. Nos fins de semana, quando acontecem os pancadões, o porcentual dobra, passando a 20%.
A principal vantagem do convênio assinado na segunda-feira (18), segundo Lopes, é o "fim do empurra-empurra". Hoje, de acordo com o parlamentar, a fiscalização é prejudicada pela indecisão a respeito da responsabilidade. "Não se sabe se o barulho é problema de polícia ou do Psiu, sob o comando da Prefeitura. Se o trabalho for conjunto, acaba a dúvida", diz. O combate aos bailes funk é bandeira da chamada "bancada da bala", que reúne também os coronéis Álvaro Batista Camilo (PSD) e Paulo Adriano Telhada (PSDB) - todos ex-oficiais da Polícia Militar. As informações são do jornal



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