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11 de Março de 2014 - 23:24

Por Roberta Pennafort - Agencia Estado

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Como no samba-exaltação de Paulinho da Viola, a Portela pintou de azul

A passagem da Azul-e-branca mexeu com a Sapucaí desde o comecinho, quando alçou voo uma águia (símbolo da Portela) drone comandada por controle remoto. A tecnologia é da Marinha e vinha sendo testada havia três meses secretamente, segundo o carnavalesco Alexandre Louzada.

Outra novidade foi a escultura de 18 metros de altura que simbolizava o "gigante adormecido que acordou", uma alusão às manifestações de rua iniciadas em junho do ano passado. Ele ora se abaixava, tomando o formato de uma rocha, ora se levantava, uma referência ao levante popular em busca de melhores condições de vida. A Sapucaí ficou atônita e aplaudiu muito. Segundo Louzada, é a maior escultura que passou na avenida em 30 anos de Sambódromo.

De asas abertas, as 22 águias do abre-alas - simbolizando os 21 títulos conquistados em nove décadas de história, e a vitória almejada este ano - chamaram atenção pela beleza plástica. A maior delas, de 14 metros de envergadura, grunhiu alto, convocando o público.

Apesar de o prefeito do Rio, Eduardo Paes, declarar-se portelense, e

O momento é de otimismo na escola, que vem de uma década afundada em dívidas (num total de quase R$ 7 milhões, com fornecedores e órgãos públicos e trabalhistas)

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