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02 de Dezembro de 2013 - 15:33

Por Marcelo Gomes - Agencia Estado

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O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse nesta segunda-feira, 02, que precisa "respeitar pesquisa" e "continuar trabalhando" ao comentar levantamento que registrou seu recorde de impopularidade desde que assumiu o Executivo estadual, em janeiro de 2007.

"Quem está no governo está sempre sendo avaliado. Isso faz parte do processo democrático. Temos que respeitar a pesquisa, continuar trabalhando e realizando conquistas para a população", afirmou o governador, depois de participar da cerimônia de inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Camarista Méier, no bairro do Méier, zona norte do Rio.

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira pela "Folha de S.Paulo" mostrou que apenas 20% dos eleitores consideram o governo Cabral ótimo ou bom - o que representa queda de 5% frente ao último levantamento, realizado logo após o início da onda de protestos em junho, da qual Cabral foi o principal alvo no Rio. Ainda segundo a pesquisa, realizada nos dias 28 e 29 de novembro, 39% dos entrevistados consideram o governo regular, e 38%, ruim ou péssimo. Foram ouvidos 1.145 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Cabral também minimizou o resultado da pesquisa de intenção de voto para sua sucessão, que mostra o atual vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), em quinto lugar, com 5%. Ele lembrou que o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o ex-deputado Fernando Gabeira (PV) tinham menos de 10% de intenção de votos a poucos meses da eleição municipal de 2008, e mesmo assim os dois foram para o segundo turno. "Está muito longe das eleições. Quem quer trazer o assunto eleitoral para essa época é quem não está no governo. Nós temos que governar".

O governador disse ainda "não ter dúvidas" de que Pezão vai subir nas pesquisas. "É cedo para fazer análise de pesquisa. O importante é continuar governando. Tenho convicção que meu partido apresenta à sociedade o melhor nome. Pezão tem credenciais, qualidades, que o fazem o melhor nome. As pessoas só passam a olhar o processo eleitoral em junho, julho do ano que vem. Até lá é muita especulação".

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