Publicidade

20 de Dezembro de 2013 - 20:19

Por Mariana Durão - Agencia Estado

Compartilhar
 

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, mostrou-se tranquilo sobre a polêmica do vazamento de e-mails trocados entre o advogado do clube, Michel Assef Filho, e os vices geral e de marketing do clube, Walter D'Agostino e Luiz Eduardo Baptista. Em entrevista à reportagem, ele disse que não acredita que o episódio possa pesar no julgamento, dia 27, do recurso relativo à escalação do jogador André Santos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

"Os auditores são pessoas de carne e osso e sabem que foi uma troca de mensagens normal entre pessoas que podem ter visões diferentes sobre um mesmo caso. Não posso garantir que o teor dos e-mails foi exatamente aquele, mas não vi nada de condenável", disse o presidente, criticando a exposição pública de mensagens privadas.

Bandeira de Mello afirmou estar confiante sobre uma decisão favorável ao Flamengo - que foi punido com a perda de quatro pontos no julgamento em primeira instância. O presidente do clube disse que o importante é que os advogados, "que são quem entende do assunto", acreditam no sucesso do recurso.

Nas conversas vazadas, Luiz Eduardo Baptista supostamente dizia que o clube não ganharia o recurso no Pleno do STJD e Michel Assef criticava a direção do clube por fazer protestos públicos contra o tribunal. "Nossa tese jurídica está muito bem fundamentada e com respaldo da Fifa", disse Bandeira de Mello.

De acordo com o presidente do Flamengo, não há dúvida que o jogador André Santos tinha condição de jogo. Ele admite, entretanto, que se imaginasse que o caso iria parar nos tribunais o clube não teria escalado o jogador. "Se pudesse voltar no tempo é claro que ninguém escalaria. O jogo não valia nada para o Flamengo", lamentou.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor da proibição de rodeios em JF, conforme prevê projeto em tramitação na Câmara?