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16 de Janeiro de 2014 - 15:37

Por Erich Decat - Agencia Estado

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Em jantar realizado na noite desta quarta-feira, 15, em Brasília, integrantes da cúpula do PMDB realizaram uma série de avaliações sobre o quadro de alianças com o PT nos Estados para a eleição de 2014. De acordo com o presidente nacional em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), um dos principais focos de entrave na aliança está no Rio. No Estado, o partido insiste em lançar com apoio do PT a candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Petistas do Rio, no entanto, defendem a candidatura do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Apesar de estar em quarto nas pesquisas, atrás até mesmo de Lindbergh, a expectativa da cúpula do PMDB é que Pezão decole assim que assuma o comando do governo do Rio, em março. Na ocasião, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) deve licenciar-se do cargo. O futuro político de Cabral ainda não foi acertado. Entre as possibilidades, está a candidatura a senador. "As pesquisas mostram que o Lindbergh não decolou e nem vai decolar. Quando o Pezão assumir o governo, o porcentual dele vai mais que dobrar num período de 60 dias" considerou Raupp.

Sob a ameaça de a legenda não abrir um palanque para a presidente Dilma Rousseff na disputa eleitoral, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou nas negociações e conseguiu adiar, por pelo menos três vezes, a data de desembarque dos petistas dos cargos que ocupam no governo Cabral. Uma decisão deve ocorrer apenas em março.

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