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01 de Janeiro de 2013 - 19:57

Por AE - Agencia Estado

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Após ganhar dois dias a mais de folga em relação ao restante do grupo e passar o Réveillon em Santa Catarina, Robinho se reapresenta nesta quarta-feira ao Milan e dificilmente deixará o clube italiano antes do meio do ano. Isso porque ele só aceita sair do Milan para atuar no Santos e a proposta feita pelo presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro ficou abaixo do exigido pelos italianos.

O vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, está no Rio, onde costuma passar as festas de fim de ano, e na sexta-feira deve se reunir com os dirigentes do Santos para nova conversa sobre a venda de Robinho. O problema é que o Milan se mostra irredutível e só libera o atacante por 10 milhões (R$ 27 milhões) de euros enquanto que o Santos oferece 7 milhões (R$ 19 milhões) e não tem condições de melhorar muito essa proposta.

A diretoria santista também ainda não encontrou uma solução para pagar o salário pedido por Robinho. O atacante quer receber na Baixada o mesmo que ganha em Milão: 400 mil euros (R$ 1,1 milhão por mês) livre de impostos. O máximo que o Santos teria condições de pagar é 300 mil euros(R$ 810 mil).

Para complicar ainda mais o retorno de Robinho à Vila Belmiro, o presidente do Milan, Silvio Berlusconi, declarou que entre Alexandre Pato e Robinho, ele pretende vender apenas um - Pato já está fechado com o Corinthians, faltando apenas detalhes para que a negociação seja oficialmente anunciada.

Robinho vive melhor fase do que Pato no Milan e a diretoria entende que - nesta temporada - ele pode ser mais útil à equipe do que o companheiro. Assim, a estratégia seria segurá-lo por mais seis meses no clube para apenas na próxima janela de transferência recolocá-lo no mercado.

Em entrevista publicada ontem pelo jornal italiano

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