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11 de Janeiro de 2014 - 20:13

Por AE - Agencia Estado

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Robert Scheidt perdeu, neste sábado, a chance de fazer uma Copa Brasil de Vela perfeita. O campeão mundial da classe Laser garantiu o título da competição nacional em Niterói ao completar a medal race na terceira posição e somou seus primeiros seis pontos perdidos após nove regatas. Das oito iniciais, ele só não venceu uma (chegou em segundo), mas esse resultado foi descartado.

A competição, realizada na Praia de São Francisco, contou com praticamente todos os principais barcos brasileiros e também com a participação de estrangeiros, com destaque para a seleção britânica, potência da modalidade.

Na RS:X, só deu Brasil, com Ricardo Winicki, o Bimba, campeão no masculino e Patricia Freitas vencendo no feminino. Ambos venceram absolutamente todas as noves regatas. Na Finn, o campeão mundial Jorge Zarif sofreu com duas desclassificações por queimar largada e terminou apenas em quarto, atrás de três britânicos. A vitória ficou com Giles Scott.

Na Laser Radial, venceu a holandesa Marit Bouwmeester, medalhista de prata na Olimpíada de Londres, seguida de uma norte-americana e uma britânica. A melhor brasileira foi Fernanda Decnop - representante do Brasil em Londres, Adriana Kostiw não competiu.

Vice-campeãs mundiais na 49r FX, Martine Grael e Kahena Kunz venceram velejando em casa. Mas, na disputa masculina, Marco Grael, também filho de Torben, terminou apenas em quarto. A vitória foi para o barco britânico, com Dante Bianchi como melhor brasileiro, à frente de André Fonseca.

Com poucos barcos, a classe 470, que tem separação entre homens e mulheres no programa olímpico, foi disputada em formato misto. E a vitória foi de Bouvet Sofian e Mion Jeremie, da França. Henrique Haddad completou em terceiro com Bruno Bethlem, seguido da dupla Renata Decnop/Isabel Swan. Haddad, apelidado de Gigante, entrou na seleção brasileira com o resultado e passará a contar com o apoio da CBVela.

Por fim, a classe Nacra 17, que vai estrear na Olimpíada do Rio, teve vitória do casal Clinio de Freitas/Claudia Swan. Clinio, que está com 50 anos, quer voltar a uma Olimpíada 28 anos depois de ganhar o bronze na Tornado nos Jogos de Seul. Ela competiu em Barcelona/1992.

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