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03 de Dezembro de 2013 - 18:34

Por Ligia Formenti - Agencia Estado

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O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda, destacou dois pontos na pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), divulgada nesta terça-feira, 3: o desconhecimento da teia de apoio aos dependentes de droga existente na rede pública e as críticas ao atendimento pelo número 132. A pesquisa mostra que o tratamento de dependentes químicos é, na maioria das vezes, financiado pelos familiares.

Diante desses dados, Miranda afirmou que na reunião do grupo executivo da Secretaria Nacional de Álcool e Drogas (Senad) a equipe proporá uma revisão no atendimento realizado por telefone. "Esse é um canal importante de aconselhamento para famílias, para dependentes. Ele deve ser melhor explorado", afirmou.

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