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11 de Março de 2014 - 06:13

Por AE - Agencia Estado

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Nove pessoas morreram após um ataque ao palácio presidencial da Somália nesta sexta-feira. O presidente do país, Hassan Sheikh Mohamud, saiu ileso, mas dois funcionários do governo foram mortos, informou o Ministério do Interior. O grupo fundamentalista islâmico Al-Shabab, ligado à rede extremista Al-Qaeda, reivindicou a autoria do atentado.

As outras sete vítimas eram rebeldes que lideravam o ataque, que, segundo a polícia local, começou após a explosão de um carro-bomba que se seguiu a invasão do palácio presidencial por homens armados.

"O presidente me chamou para dizer que está ileso. O ataque ao palácio presidencial fracassou. Infelizmente algumas vidas foram perdidas. Condeno veementemente esse terrorismo", disse pelo Twitter o representante da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Somália, Nick Kay. "O povo somali está cansado de tiroteios, atentados e assassinatos. É hora de um novo capítulo na história da Somália", escreveu mais tarde.

Também pelo Twitter, o presidente Mohamud classificou o ataque como um "espetáculo de mídia". "O Shabab não vai conseguir além de manchetes. Esse é mais um ato desesperado de um animal agonizante."

O ataque ocorre em meio à crescente violência liderada pelo Al-Shabab, expulso da capital do país, Mogadiscio, em agosto de 2011. Há anos, a organização tenta derrubar o governo da Somália, que tem o apoio do Ocidente. No início deste mês, a ONU publicou um relatório no qual informa que o grupo compra armas contrabandeadas do exército somali. Fonte: Associated Press.

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