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03 de Dezembro de 2013 - 21:55

Por Diego Zanchetta - Agencia Estado

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Por R$ 2 milhões, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo contratou nove entidades para desenvolver atividades com jovens da periferia em situação de risco e entre deficientes. As organizações não governamentais (ONGs), contratadas sem licitação, vão desenvolver desde aulas de rúgbi para crianças de Paraisópolis, favela na zona sul, a aulas de reforço educacional para portadores de síndrome de Down.

A maior parte dos convênios é para desenvolver atividades esportivas em bairros como Pirituba, Jardim Ângela e Grajaú. Mas tem convênio até para prevenção bucal de adolescentes da favela Monte Azul, localizada às margens do Rio Pinheiros. A pasta de Direitos Humanos, porém, não definiu quem serão os servidores que vão fiscalizar o cumprimento dos contratos.

A oposição ao governo Fernando Haddad (PT) diz que a medida tenta transformar associações e entidades que atuam na periferia em cabos eleitorais de candidatos petistas. O governo, porém, defende os convênios como forma de ajudar a tirar os jovens da periferia de situação de vulnerabilidade, com a ocupação do tempo em atividades esportivas.

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