Publicidade

25 de Dezembro de 2013 - 17:57

Por Belo Horizonte - Agencia Estado

Compartilhar
 

Mais uma pessoa morreu na terça-feira, dia 24, vítima de estragos causados pelos temporais que atingem Minas Gerais. Com o novo caso registrado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), já chega a 16 o número de mortes causados pela chuva e uma criança, cuja residência foi destruída pelo deslizamento de uma encosta na semana passada, continua desaparecida.

A morte mais recente foi a do comerciante Joel Rosário da Silva, de 48 anos, ocorrida em Itabira, na região central de Minas. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele estava nos fundos de um restaurante que havia aberto há alguns dias quando ocorreu o deslizamento de uma encosta atrás do estabelecimento, destruindo a parte do imóvel onde estava a vítima. De acordo com a Cedec, o terreno estava instável por causa de um corte feito no talude e "a ausência de obras de contenção associada ao alto índice de precipitação" causaram o deslizamento.

Além de Itabira, desde outubro, quando teve início o período chuvoso em Minas, já foram registradas mortes em Astolfo Dutra, Sardoá, Caratinga, Aimorés, Francisco Sá, Itanhomi, Governador Valadares, Timóteo, Ipatinga e Belo Horizonte. Ainda de acordo com a Cedec, 65 municípios mineiros já foram afetados pelos temporais no período, sendo que 24 decretaram situação de emergência. Ao todo, 563 pessoas ficaram desalojadas e 139, desabrigadas. As regiões mais atingidas são os Vales do Rio Doce, Mucuri e do Aço e a Zona da Mata mineira.

Além dos estragos nas cidades, chuvas fortes aliadas principalmente à imprudência, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), provocaram incidentes nas rodovias que cortam Minas Gerais. Desde sexta-feira (20), 51 pessoas já morreram nas estradas que passam pelo Estado, sendo que 29 mortes foram registradas em rodovias federais e 22 ocorreram em rodovias estaduais.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você concorda com o TJ, que definiu que táxi não pode ser repassado como herança?