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09 de Dezembro de 2013 - 09:49

Por Pedro Venceslau - Agencia Estado

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O PSDB de São Paulo e o governo do Estado lançarão uma campanha publicitária "casada" para promover o governador Geraldo Alckmin, que disputará a reeleição no ano que vem.

Produzidos pelo publicitário Nelson Biondi, que deve ser o marqueteiro de Alckmin na campanha paulista em 2014, os comerciais terão tom ameno e 100% do seu tempo dedicado ao governador. Os principais focos de desgaste de Alckmin em 2013, como as suspeitas do cartel dos trens e as manifestações de junho, não serão abordados. Em paralelo às inserções do PSDB, começará a ser veiculada uma campanha publicitária maciça do governo, que será exibida entre dezembro e fevereiro.

O valor da campanha, segundo auxiliares do governador, será em torno de R$ 40 milhões. Assinadas por três agências de publicidade - Propeg, Lua Branca e Nova SB - as inserções mostrarão obras de mobilidade urbana, saúde e educação, além de iniciativas de todas as pastas e autarquias, como Dersa, Sabesp, Metrô e Artesp.

A decisão de lançar a campanha no fim do ano foi estratégica. Além de reforçar a imagem e garantir uma dianteira confortável de Alckmin nas pesquisas de opinião dos primeiros meses do ano, quando as costuras de alianças partidárias se intensificam, a ofensiva é necessária para garantir um bom volume de recursos com publicidade em 2014.

A lei exige que a verba reservada para propaganda em ano eleitoral deve ser igual ou menor à do ano anterior ou da média anual usada desde o começo da gestão. A lei eleitoral determina que é permitido fazer propaganda oficial até três meses antes da eleição.

O PSDB terá direito a novas inserções publicitárias em abril e junho. Os tucanos esperam que o governador chegue ao patamar dos 50% de aprovação quando a campanha à reeleição começar. Depois das manifestações de junho, Geraldo Alckmin teve seu pior desempenho nas pesquisas.

Pesquisa Datafolha mostrou que a avaliação positiva do governador (ótimo ou bom) foi de 38%. No levantamento anterior, realizado em 7 de junho, ele havia aparecido com 52% de aprovação. As informações são do jornal

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