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13 de Dezembro de 2013 - 08:42

Por Fabiana Cambricoli e Victor Vieira - Agencia Estado

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Após ser multada por causa da contaminação do solo por gás metano no câmpus Leste, a Universidade de São Paulo (USP) enfrenta agora problemas com água imprópria para consumo e infestação de piolhos de pombo nas salas de aula da mesma unidade. Os bebedouros estão interditados até o fim de semana e as áreas infestadas ficaram sem uso por pelo menos dez dias.

O bloqueio temporário dos bebedouros foi determinado depois que análises feitas pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) apontaram turbidez da água e presença indevida de bactérias. A causa do problema foi a falta de limpeza dos reservatórios de água. A higienização periódica é recomendada a cada seis meses ou, no máximo, anualmente. A última lavagem foi em setembro de 2012.

Além dos bebedouros, três salas de aula do prédio principal ficarão interditadas até terça, por causa de infestação de piolhos de pombos. O forro do prédio tem ninhos das aves. Segundo relatos de alunos e professores, o problema foi descoberto quando, no fim de novembro, pequenos ácaros começaram a andar pelo corpo de alunos e professores durante aulas. Alguns deles dizem ter sido picados pelos parasitas.

A assessoria de imprensa da USP Leste informou que a desinfestação foi feita no dia 3, segundo as normas de vigilância sanitária. Também já foram pedidas dedetizações periódicas para evitar novos problemas.

A USP só foi notificada na segunda-feira, 9, sobre a liminar concedida pela Justiça no dia 21, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE), que suspende as obras e as aulas na unidade por causa da contaminação por metano. A Procuradoria Jurídica da USP pretende recorrer.

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