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9 de janeiro de 2017 - 19:15

Variação de preço de material escolar chega a 184,5% nas lojas de JF

Por Tribuna

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O Serviço de Defesa do Consumidor (Sedecon) da Câmara Municipal de Juiz de Fora divulgou uma pesquisa de preços com dez itens que integram a lista de compras escolares. O órgão do Poder Legislativo apurou os valores cobrados por quatro lojas da cidade. Os estabelecimentos, bem como suas localizações, não foram divulgados. A maior variação foi identificada no caderno espiral de capa dura e lisa de 96 folhas. O custo da unidade mais barata encontrada pelo levantamento do Sedecon foi de R$ 5,95. O preço do mesmo produto custa quase três vezes mais e chega a R$ 16,93 em uma das quatro lojas que integraram o estudo. A diferença entre maior e o menor valor é de 184%.

O segundo item que apresentou a maior discrepância de custo nas quatro lojas pesquisadas foi o apontador de lápis de metal com um furo. O produto foi encontrado por R$ 0,55 em uma loja e por até R$ 1,49 em outro, o que corresponde a uma diferença de preço que pode chegar a 170,9%. Na outra ponta do levantamento, os itens que apresentaram a menor variação foram a tesoura escolar sem ponta – com custo entre R$ 2,99 e R$ 3,75, diferença de 25,41% – e a cola branca de 40 gramas – encontrada por R$ 0,79 até R$ 1,75, o que corresponde a uma disparidade de 30% entre os valores.

Segundo o novo coordenador do Sedecon, Nilson Ferreira Neto, a proposta é “mostrar ao consumidor a importância de se fazer pesquisas antes de adquirir um produto”. O advogado ainda orienta que os pais fiquem atentos às listas, uma vez que, em muitos casos, as escolas solicitam itens que não competem aos responsáveis pelos alunos. As instituições de ensino só podem exigir a compra de materiais de uso pedagógico e essenciais ao aprendizado do aluno.

Outras orientações são feitas aos pais, como a recomendação de os responsáveis fazerem um balanço dos itens escolares utilizados pelos estudantes em anos anteriores. O objetivo da triagem é de identificar a possibilidade de reaproveitamento de materiais solicitados pelas escolas. No caso de livros didáticos, Nilson Ferreira Neto lembra que suas reutilizações só serão possíveis nas situações em que as informações técnicas, como autor e edição sejam as mesmas pedidas pelas escolas para o ano letivo do exercício 2017.

 

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2 comentários

  1. MARILIA DE FATIMA REIS disse:

    quais os nomes das lojas de preços mais baixo e caro …

  2. RUBENS disse:

    Essa reportagem esta INCOMPLETA …… tem que divulgar os nomes das lojas para que possa ajudar a população de Juiz de Fora. NÃO ADIANTOU NADA ESSA INFORMAÇÃO

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